quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Reflexões Sobre Cenários de Mudanças. Atividade 1.4

Reflexões Sobre Cenários de Mudanças. Atividade 1.4

Reflexões Sobre Cenários de Mudanças.

São perceptíveis nos dias atuais as mudanças que as mídias provocam nas ações humanas principalmente dos jovens e das crianças. As comunidades online que adotaram as mídias sociais se tornaram muito influentes. A combinação de tecnologia e habilitadores sociais cria um ambiente propício para inovação a desenvolvimento de novas ideias. Nesse contexto ainda é possível observa que as mídias de comunicação trazem a possibilidade de novas formas de processar o pensamento e o conhecimento que, é construído em rede, por meio do jogo on-line, facebook de imagens, sons e movimento que atraem e encantam as crianças e os jovens. Através da televisão, têm-se acesso a inúmeras informações que tratam dos mais variados assuntos com, imagens interativas, sons, desenhos, filmes, animações, fotos enfim um mundo virtual que os aproximam cada vez mais encurtando as distâncias entre os povos. No entanto é preciso que pais e educadores promovam a utilização das mídias de forma consciente, favorecendo os questionamentos, o debate e as reflexões.
         Somos responsáveis por uma geração que nasce com os meios tecnológicos, muito diferentes de uma geração anterior a esta, que não teve acesso a estes recursos. Que evoluiu no decorrer dos anos, e foi também interpretado de formas diferentes até se solidificar em nossos dias, com frequência que percebemos conflitos entre a tecnologia e algumas preocupações sociais, tais como: o desemprego, a educação, a formação de profissionais às novas tecnologias. A inquietude do novo nos faz crescer e desequilibrar do velho saber. São novos saberes que atraem novos rumos para uma sociedade mais moderna e atual. Elas estão presentes em nossas vidas, transmitindo valores e padrões de condutas, socializando entre várias gerações e interligando o mundo todo.
            As tecnologias de comunicação estão muito mais evoluídas e é papel da escola interagir  com esta melhoria na qualidade de ambiente de aprendizagem, as escolas encontram-se num desafio não apenas de incorporarem as novas tecnologias como conteúdos de ensino, mas tambéme principalmente, de reconhecer a concepção que o educando tem sobre esta tecnologia, além da vivência tecnológica que ele traz em sua bagagem social, para elaborar, desenvolver e avaliar práticas pedagógicas que promovam a reflexão e a crítica sobre o conhecimento e os usos tecnológicos.  É inegável que as mídias contribuem na formação dos educando ora de forma positiva e negativa, e cabe aos educadores ajudar a filtrar as informações, mostrar os “lados da mesma moeda”, aproveitar momentos de discussão para auxiliar direta ou indiretamente no processo de formação do cidadão crítico.
       Reflexões do grupo de Estudo - Grupo 04. E-proinfo.
  Leda Santiago
    José Almeida
   Simone Lima
    Flaviana Coimbra
     Fernanda  Gomes
                            Tutora Adma Jafuri – Brasileia Acre em 

Qual a sua postura frente ao erro? Atividade .1.5


 Qual a sua postura frente ao erro?  Como você age frente aos erros e equívocos dos seus alunos? Você concorda que errar seja parte integrante e importante do processo de aprendizagem?  E perante aos seus equívocos e incompletudes? Como você reage quando desconhece determinado assunto que os alunos questionam? Ou quando os alunos trazem informações que descortinam aspectos 
conflitantes com o que você trabalhou com a turma? 



O ser humano tem uma capacidade muito grande de se adequar às situações vividas. Quando estas se caracterizam pelo prazer, a busca de crescimento torna-se maior. Porém, quando há frustrações é recair, deixar de produzir.
A correção é a intervenção mais preocupante para os educadores, uma vez que certos professores são convictos de que seu papel é simplesmente o de corrigir. A tradição escolar vê a correção que o professor faz longe dos alunos, a mais importante. Compete-lhe marcar no papel, no trabalho, o que o aluno errou. Outra visão de correção é a informativa que diz que a correção deve informar ao aluno e ser feita dentro da situação de aprendizagem.
A questão do erro, da culpa e do castigo da prática escolar está bastante articulada com a questão da avaliação da aprendizagem. Esta, à medida que se foi desvinculando, ao longo do tempo, da efetiva realidade da aprendizagem para tornar-se um instrumento de ameaça e disciplinamento da personalidade do educando, passou a servir de suporte para a imputação de culpabilidade e para a decisão de castigo.
O erro, especialmente, no caso da aprendizagem, não deve ser fonte de castigo, pois é um suporte para a autocompreensão, seja pela busca individual (na medida em que me pergunto como e por quê errei), seja pela busca participativa (na medida em que o outro – no caso da escola, o professor – discute com o aluno, apontando-lhe os desvios cometidos em relação ao padrão estabelecido). Assim sendo, o erro não é fonte para castigo, mas suporte para o crescimento. Nessa reflexão, o erro é visto e compreendido de forma dinâmica, na medida em que contradiz o padrão, para, subsequentemente, possibilitar uma conduta nova em conformidade com o padrão ou mais perfeita que este. Segundo Luckesi O erro, aqui, é visto como algo dinâmico, como caminho para o avanço


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