quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Atividade 3.2 Traçando o histórico da relação escola/comunidade




A escola Instituto Odilon pratagi localizada a Rua 12 de Outubro bairro Raimundo Chaar em Brasileia realizou vários projetos com excelentes resultados, que contou com a participação da comunidade escolar, parceiros que indiretamente ou diretamente contribuíram com a realização desses projetos, por serem temas voltados para a realidade da comunidade escolar, que envolvem o lado social.
Dentre os vários projetos desenvolvido pela escola vamos destacar o Projeto sobre a ”DSTS e a gravidez na Adolescente”, Por ser  trabalhado a vários  anos  consecutivo, sendo desenvolvido    no primeiro semestre tendo como objetivo promover no adolescente um comportamento responsável no que se refere ao sexo seguro e prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, eliminar o preconceito de que o envolvimento da escola na educação sexual incentiva comportamento sexual precoce e reduzir o número de adolescentes gravidas para que possam desfrutar a sua juventude e realizar o seus sonhos.
O projeto teve como metodologia,  palestras com funcionários da saúde e visita ao ambiente hospitalar, texto de fundamentação sobre gravidez na adolescência, pesquisas sobre métodos contraceptivos e doenças sexualmente transmissíveis realizadas pelos discentes. 
O Projeto despertou nos mesmos o interesse pelo conhecimento e a troca de experiência, através de depoimento com alunas jovens que engravidaram na adolescência, causando impacto com o conhecimento da realidade. Contudo relatamos ainda que um dos pontos fortes foi à exposição da culminância do projeto trazendo informações para os alunos do terceiro turno da EJA, que acompanharam com leitura e questionamento aos seus professores em sala de aula.
No momento da avaliação verificamos que o projeto pode ser aprimorado para 2014 em trabalhar com a comunidade escolar e que a cada bimestre seja trabalhada em uma serie diferente contemplando assim todo ano letivo e que envolva os alunos da EJA
Participantes:
Antônia Rocha
Deusa Araújo
Flaviana
Fernanda
Irlanda
Leda Santiago
Lucrécia
Simone
Zuila
                                        


Atividade 3.1 - Mídias Sociais e Escolas



A mídia nas escolas hoje é muito frequente, mais algumas ainda não usam essa ferramenta  como um  instrumento estratégico para a aprendizagem.
A nossa escola utiliza a rede Facebook com o intuito de estreitar a relação aluno/professor, reforçando o conteúdo escolar e conhecendo melhor a vida social  desses jovens  que passam grande parte do seu tempo conectados.
Mesmo a escola sendo adepta a esse tipo de rede, o uso aleatório atrapalha a atenção do aluno e incomoda o professor que na maioria das vezes não consegue manter  esta mídia como recurso didático, porque nem todos os estudantes tem o compromisso de usá-la como fonte de pesquisa para enriquecer seu aprendizado.
O uso do celular na sala de aula só é permitido para fins didáticos, como pesquisas, cálculos, acervos digitais, atividades artísticas e culturais.
O desafio da escola, hoje, é planejar melhor o uso das mídias sociais para que este venha atender os anseios dos alunos e contribuir com eficácia o processo de ensino aprendizagem.

Componentes: Antônia Rocha, Deuza Araújo, Irlanda Amaral, Lucrécia, Fernanda Gomes, Flaviana Coimbra, Francisca Cruz.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Atividade - 2.3 - Utilizando Redes Sociais de forma crítica e produtiva.IOP

Atividade - 2.3 - Utilizando Redes Sociais de forma crítica e produtiva. IOP

Atividade - 2.3 - Utilizando Redes Sociais de forma crítica e produtiva.

As redes sociais tem adquirido importância crescente na sociedade moderna. São caracterizadas primariamente pela autogeração de seu desenho, pela sua horizontalidade e sua descentralização.
Um ponto em comum dentre os diversos tipos de rede social é o compartilhamento de informações, conhecimentos, interesses e esforços em busca de objetivos comuns. A intensificação da formação das redes sociais, nesse sentido, reflete um processo de fortalecimento da Sociedade Civil, em um contexto de maior participação democrática e mobilização social.
Ao participarmos do curso das TICs, obtivemos uma grande experiência e aprendizado, ao mesmo tempo, ao acessar links, blogs, faces e outras atividades tivemos que interagir entre os grupos  do curso, e de outras turmas, e compartilhamos nossas experiências. Nos primeiros cursos das TICs tivemos um pouco de dificuldades, mas tinha recursos disponíveis na plataforma do curso, que também nos ajudava. Ao realizarmos nossas atividades, nossas postagens eram abertas , e os demais colegas tinham acesso e faziam comentário e isso enriquecia nosso conhecimento. Nas primeiras atividades foram muito gratificantes, pois foram feitos projetos, planos de aula que eram  realizado com os alunos, de relatos de experiência em sala de aula. As atividades que foram mais produtivas, a criação das redes, e do intercambio das atividades, houve algumas críticas  construtivas, o que nos ajudou a crescer no desenvolvimento das atividades. Com relação às redes do curso e de nossa escola, há privacidade, pois existe um acesso somente para comunidade que participa do curso. No E-proinfo a comunidade é restrita, enquanto que nas outras redes as comunidades são livres.
No entanto em relação ao auxilio á outros colegas, sempre tem, principalmente porque em nossa escola partilhamos experiência e estamos sempre ajudando uns aos outros.
Sobre as principais atividades realizadas, são diversas desde a principal, que é pesquisas até as redes sociais como Faceboock, na qual compartilhamos fotos de trabalhos realizados na escola.
Componentes: Antônio Rocha, Deuza Araújo, Irlanda Amaral, Lucrécia, Fernanda Gomes, Flaviana Coimbra, Francisca Cruz.

 Instituto Odilon Pratagi

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Reflexões Sobre Cenários de Mudanças. Atividade 1.4

Reflexões Sobre Cenários de Mudanças. Atividade 1.4

Reflexões Sobre Cenários de Mudanças.

São perceptíveis nos dias atuais as mudanças que as mídias provocam nas ações humanas principalmente dos jovens e das crianças. As comunidades online que adotaram as mídias sociais se tornaram muito influentes. A combinação de tecnologia e habilitadores sociais cria um ambiente propício para inovação a desenvolvimento de novas ideias. Nesse contexto ainda é possível observa que as mídias de comunicação trazem a possibilidade de novas formas de processar o pensamento e o conhecimento que, é construído em rede, por meio do jogo on-line, facebook de imagens, sons e movimento que atraem e encantam as crianças e os jovens. Através da televisão, têm-se acesso a inúmeras informações que tratam dos mais variados assuntos com, imagens interativas, sons, desenhos, filmes, animações, fotos enfim um mundo virtual que os aproximam cada vez mais encurtando as distâncias entre os povos. No entanto é preciso que pais e educadores promovam a utilização das mídias de forma consciente, favorecendo os questionamentos, o debate e as reflexões.
         Somos responsáveis por uma geração que nasce com os meios tecnológicos, muito diferentes de uma geração anterior a esta, que não teve acesso a estes recursos. Que evoluiu no decorrer dos anos, e foi também interpretado de formas diferentes até se solidificar em nossos dias, com frequência que percebemos conflitos entre a tecnologia e algumas preocupações sociais, tais como: o desemprego, a educação, a formação de profissionais às novas tecnologias. A inquietude do novo nos faz crescer e desequilibrar do velho saber. São novos saberes que atraem novos rumos para uma sociedade mais moderna e atual. Elas estão presentes em nossas vidas, transmitindo valores e padrões de condutas, socializando entre várias gerações e interligando o mundo todo.
            As tecnologias de comunicação estão muito mais evoluídas e é papel da escola interagir  com esta melhoria na qualidade de ambiente de aprendizagem, as escolas encontram-se num desafio não apenas de incorporarem as novas tecnologias como conteúdos de ensino, mas tambéme principalmente, de reconhecer a concepção que o educando tem sobre esta tecnologia, além da vivência tecnológica que ele traz em sua bagagem social, para elaborar, desenvolver e avaliar práticas pedagógicas que promovam a reflexão e a crítica sobre o conhecimento e os usos tecnológicos.  É inegável que as mídias contribuem na formação dos educando ora de forma positiva e negativa, e cabe aos educadores ajudar a filtrar as informações, mostrar os “lados da mesma moeda”, aproveitar momentos de discussão para auxiliar direta ou indiretamente no processo de formação do cidadão crítico.
       Reflexões do grupo de Estudo - Grupo 04. E-proinfo.
  Leda Santiago
    José Almeida
   Simone Lima
    Flaviana Coimbra
     Fernanda  Gomes
                            Tutora Adma Jafuri – Brasileia Acre em 

Qual a sua postura frente ao erro? Atividade .1.5


 Qual a sua postura frente ao erro?  Como você age frente aos erros e equívocos dos seus alunos? Você concorda que errar seja parte integrante e importante do processo de aprendizagem?  E perante aos seus equívocos e incompletudes? Como você reage quando desconhece determinado assunto que os alunos questionam? Ou quando os alunos trazem informações que descortinam aspectos 
conflitantes com o que você trabalhou com a turma? 



O ser humano tem uma capacidade muito grande de se adequar às situações vividas. Quando estas se caracterizam pelo prazer, a busca de crescimento torna-se maior. Porém, quando há frustrações é recair, deixar de produzir.
A correção é a intervenção mais preocupante para os educadores, uma vez que certos professores são convictos de que seu papel é simplesmente o de corrigir. A tradição escolar vê a correção que o professor faz longe dos alunos, a mais importante. Compete-lhe marcar no papel, no trabalho, o que o aluno errou. Outra visão de correção é a informativa que diz que a correção deve informar ao aluno e ser feita dentro da situação de aprendizagem.
A questão do erro, da culpa e do castigo da prática escolar está bastante articulada com a questão da avaliação da aprendizagem. Esta, à medida que se foi desvinculando, ao longo do tempo, da efetiva realidade da aprendizagem para tornar-se um instrumento de ameaça e disciplinamento da personalidade do educando, passou a servir de suporte para a imputação de culpabilidade e para a decisão de castigo.
O erro, especialmente, no caso da aprendizagem, não deve ser fonte de castigo, pois é um suporte para a autocompreensão, seja pela busca individual (na medida em que me pergunto como e por quê errei), seja pela busca participativa (na medida em que o outro – no caso da escola, o professor – discute com o aluno, apontando-lhe os desvios cometidos em relação ao padrão estabelecido). Assim sendo, o erro não é fonte para castigo, mas suporte para o crescimento. Nessa reflexão, o erro é visto e compreendido de forma dinâmica, na medida em que contradiz o padrão, para, subsequentemente, possibilitar uma conduta nova em conformidade com o padrão ou mais perfeita que este. Segundo Luckesi O erro, aqui, é visto como algo dinâmico, como caminho para o avanço


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A TECNOLOGIA NO PLANETA.Atividade 1.3

A TECNOLOGIA NO PLANETA


  Vivemos em uma era em que é imprescindível a busca por conhecimentos. Hoje a Informação assume uma importância crescente, e uma necessidade na vida do planeta, por causa das transformações que é presenciada por quase todos os povos. Muitos ainda não se deram conta com a rapidez que as tecnologias estão afetando a vida das pessoas, passando também por uma grande influencia nos setores da atividade humana.
                Pode ser constatar que o tráfego de informações, que podem ser transmitidos via áudio, vídeo, texto (e-mail) e fotografia, chega às mãos dos usuários em uma velocidade surpreendente, cada vez mais rápida. Com isso, a comunicação interpessoal é facilitada, todos estão 24h conectados uns aos outros e ao mundo, em uma espécie de rede invisível, sem necessariamente precisar estar ligada em cabos e preso a um lugar. Porém essa mesma tecnologia proporcionam ferramentas cada vez mais modernas, que oferece comodidade, entretenimento, diversão, saúde, aproxima as distancias, trazem a realidade de comunidades que pertencem a outros continentes em fração de segundo, até reunir milhares, milhões de pessoas para juntos chamarem atenção das autoridades para as demandas de um país.
                Más como tudo que existe tem os dois lados à tecnologia também tem o seu lado maléfico, como por exemplo, ser usada para a criação de mísseis ou para propagar a violência na internet, é ainda pode-se relembrar o caso do  Brasil, e o resto do planeta, que foram  alvo do monitoramento das comunicações dos americanos, através da NASA em nome da segurança do Planeta, mas a real intenção e moderníssima tecnologia da cobiçada ELETROBRAS.
                Um dos pontos positivo e a utilização da NET na educação mudou a metodologia de educadores levarem o conhecimento a seus alunos, oferecendo um conhecimento mais rápido e podendo ter inúmeras informações ao mesmo tempo e  quanto ao alunos, um mundo novo para pesquisa e o desenvolvimento do raciocínio  lógicos com os jogos, conversa com os internautas, usando  mais a sistema alfabético. É possível verificar que as nossas crianças estão mais ágeis pensamento logico e com uma aprendizagem diferenciada de alguns anos atrás.
Portanto, Cabe aos seres humano refletir que as tecnologias trouxeram grandes mudanças, conforto para a humanidade, como no futuro o ser humano ser tele transportado de um lugar para o outro, mas nunca será substituído a sensação de um  contato, de um olhar, ou simples  sorriso de uma pessoa para com outra ou amor do educador por seus alunos.
Leda Santiago, Flaviana Coimbra, José Almeida, Simone Lima e Fernanda Gomes.







segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Estudante de Brasiléia representará regional do Alto Acre em Brasília

Publicado em 4 de novembro de 2013

Estudante de Brasiléia representará regional do Alto Acre em Brasília

    Delegados selecionados que irão representar o Acre na capital do Brasil, Brasília - Foto/Divulgação
    Delegados selecionados que irão representar o Acre na capital do Brasil, Brasília – Foto/Divulgação
    IV Conferência Estadual Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente, com o tema “Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis”, promovida pelo Ministério da Educação (MEC), sob a coordenação da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI/MEC), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e realizada na cidade de  Rio Branco na última semana de outubro, contou com a participação de diversas  Escolas  de  Ensino Fundamental, cadastradas no Censo Escolar de 2011 – INEP, públicas e privadas, urbanas e rurais, da rede estadual ou municipal, assim como  de comunidades indígenas, quilombolas e de assentamento rural.
    IV Conferência Estadual Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente, constituindo-se em um processo pedagógico que traz a dimensão política da questão ambiental para os debates realizados nas escolas e comunidades, na construção coletiva de conhecimento e no empenho nas resoluções de problemas socioambientais, respeitando e valorizando a opinião e o protagonismo dos adolescentes e jovens, a partir de uma educação crítica, participativa.
    O projeto “ Escola Com Vida, Uma Ferramenta Educacional” defendido pelo aluno Edward Calixto, do 7º ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental (EJA) Instituto Odilon Pratagi – I.O.P. foi destaque da conferência, pois apresentava uma nova proposta educacional, na implantação da horta  escolar como eixo integrador  e tendo como objetivos :
    • Melhorar a educação dos alunos, mediante uma aprendizagem ativa e integrada a um plano de estudos de conhecimentos teóricos e práticos;
    • Conscientizar a Comunidade Escolar e local quanto a importância do projeto como laboratório vivo de consciência pública, voltada a educação alimentar e a preservação ambiental, através de atividades práticas e interdisciplinares.
    Projetos Contemplados
    TEMAPROJETOESCOLAMUNICÍPIODELEGADO
    ÁguaEscola com vida, uma ferramenta educacionalInstituto Odilon PratagiBrasileiaEdward Calixto Silva
    ArAr puroJosé PlácidoAcrelândiaMilena Gomes Montozo
    FogoEnergia Renovável para uma Escola SustentávelAntônia Fernandes de MouraSanta Rosa do PurusJoáz Dutra Gomes
    TerraHorta Sustentável – Contribuindo com o alimento escolarMarilda Gouveia
    Viana
    Rio BrancoVitória H. Pinheiro Souza
    Professora Flaviana da Silva Coimbra  e Edward Calixto Silva, 7º ano
    Professora Flaviana da Silva Coimbra e Edward Calixto Silva, 7º ano
    O processo culmina na IV Conferência Nacional Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente, que será realizada em Brasília-DF, nos dias 24, 25, 26 e 27 do mês de novembro de 2013 e contará com a participação de cerca de 700 delegados(as) de 11 a 14 anos, provenientes de todas as Unidades Federativas que tiveram seus  projetos de ação selecionados na etapa estadual.
    Foto/Divulgação
    Foto/Divulgação



    sábado, 2 de novembro de 2013

    fuso horário do Acre

    31/10/2013 06h48 - Atualizado em 31/10/2013 08h27

    Lei que altera fuso horário do Acre e de parte do Amazonas é sancionada

    Sanção foi publicada na edição desta quinta-feira (31) do 'Diário Oficial'.
    Região voltará a ter menos duas horas em relação ao horário de Brasília.

    Do G1, em São Paulo
    36 comentários
    A lei que estabelece o horário do Acre e de parte do Amazonas em duas horas a menos que o de Brasília (DF) foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff e publicada no "Diário Oficial" desta quinta-feira (31). De acordo com o texto, o novo horário passa a vigorar a partir do segundo domingo de novembro, dia 10.
    Em 2008, uma lei havia alterado o horário do Acre para menos uma hora em relação a Brasília. As comparações são relativas ao período sem horário de verão, do qual Acre e Amazonas não participam. De 10 de novembro até 16 de fevereiro de 2014, portanto, a diferença de horário entre Acre e Brasília será de 3 horas.
    A mudança compreende todo o estado do Acre e a parte do estado do Amazonas localizada na região do município de Tabatinga.
    De volta ao horário original
    Até o dia 23 de junho de 2008 o Acre e parte dos estados do Amazonas e Pará possuíam o fuso horário de menos duas horas em relação à hora Brasília — que aumentava para três durante o horário de verão.

    A mudança havia ocorrido após a aprovação da lei nº 11.662, de 24 de abril de 2008, de autoria do então senador Tião Viana (PT-AC), hoje governador do Acre. Na ocasião, Viana defendia a mudança de horário por acreditar que a diferença de duas horas prejudicava o estado economicamente e culturalmente.
    Desde a troca, o novo fuso horário havia causado polêmica e em 2010, 3 anos após a mudança, um referendo foi realizado no Acre para consultar a população sobre a alteração. O resultado das urnas mostrou que 56,8% dos eleitores optaram pelo retorno do antigo horário.

    Até 1913, o Brasil possuía apenas um único fuso horário, então houve a sanção da Lei 2.784, pelo presidente Hermes da Fonseca. A lei dividiu o território nacional em quatro fusos seguindo o Meridiano de Greenwich como referência.

    fuso horário do Acre

    31/10/2013 06h48 - Atualizado em 31/10/2013 08h27

    Lei que altera fuso horário do Acre e de parte do Amazonas é sancionada

    Sanção foi publicada na edição desta quinta-feira (31) do 'Diário Oficial'.
    Região voltará a ter menos duas horas em relação ao horário de Brasília.

    Do G1, em São Paulo
    36 comentários
    A lei que estabelece o horário do Acre e de parte do Amazonas em duas horas a menos que o de Brasília (DF) foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff e publicada no "Diário Oficial" desta quinta-feira (31). De acordo com o texto, o novo horário passa a vigorar a partir do segundo domingo de novembro, dia 10.
    Em 2008, uma lei havia alterado o horário do Acre para menos uma hora em relação a Brasília. As comparações são relativas ao período sem horário de verão, do qual Acre e Amazonas não participam. De 10 de novembro até 16 de fevereiro de 2014, portanto, a diferença de horário entre Acre e Brasília será de 3 horas.
    A mudança compreende todo o estado do Acre e a parte do estado do Amazonas localizada na região do município de Tabatinga.
    De volta ao horário original
    Até o dia 23 de junho de 2008 o Acre e parte dos estados do Amazonas e Pará possuíam o fuso horário de menos duas horas em relação à hora Brasília — que aumentava para três durante o horário de verão.

    A mudança havia ocorrido após a aprovação da lei nº 11.662, de 24 de abril de 2008, de autoria do então senador Tião Viana (PT-AC), hoje governador do Acre. Na ocasião, Viana defendia a mudança de horário por acreditar que a diferença de duas horas prejudicava o estado economicamente e culturalmente.
    Desde a troca, o novo fuso horário havia causado polêmica e em 2010, 3 anos após a mudança, um referendo foi realizado no Acre para consultar a população sobre a alteração. O resultado das urnas mostrou que 56,8% dos eleitores optaram pelo retorno do antigo horário.

    Até 1913, o Brasil possuía apenas um único fuso horário, então houve a sanção da Lei 2.784, pelo presidente Hermes da Fonseca. A lei dividiu o território nacional em quatro fusos seguindo o Meridiano de Greenwich como referência.

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